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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Cumprimento profético em andamento: RECONSTRUÇÃO DO TEMPLO em JERUSALÉM


Cumprimento profético em andamento: RECONSTRUÇÃO DO TEMPLO em JERUSALÉM

"ELE ESTÁ PARA CHEGAR!" "Terceiro Templo tem de ser reconstruído em Jerusalém" - Afirma deputado Israelita O deputado K Zevulun Orlev, do partido "Jewish Home", apelou a reformas massiças, incluindo novas Leis Básicas, de forma a estabelecer um Terceiro Templo em Jerusalém. Num artigo publicado antes do jejum do dia Tisha B'Av no jornal semanário hebraico Olam Katan, sob o título "Reforma interna e legislativa", Orlev escreveu que o Templo tem de ser reconstruído em Jerusalém e que "mudanças fundamentais" na sociedade e no governo israelitas eram necessárias para que se concretize o sucesso do projeto. Além da reforma espiritual e da criação de uma cátedra de perito religiosos capazes de administrar o Templo, Orlev argumentou que o governo - "assumindo que o governo escolherá ser democrático" - deve virar costas às controvérsias à volta do projecto. "Será necessário derrotar moções de desconfiança, vencer a mídia hostil, esquerdista e secularizada, e ignorar ambiciosos economistas que dirão que é um desperdício de fundos públicos," - escreveu o deputado. De forma a prevenir apelos dirigidos ao Supremo Tribunal de Justiça, Orlev advogou a legislação de uma nova Lei Básica que possa garantir o financiamento e mão de obra para proteger a prossecução do Terceiro Templo. "A lei também irá proteger a projecto (do Terceiro Templo) de acusações de descriminação, desigualdades em relação às mulheres no serviço do Templo e violência animal causada pelas ofertas sacrificiais (de animais)," - continuou Orlev. Orlev reconheceu que remover o "impedimento religioso e político" ao seu plano, nomeadamente a presença da mesquita de al-Aqsa e o Domo da Rocha, ambos no cimo do Monte do Templo, significaria que "o mundo muçulmano lançaria certamente uma guerra mundial." "Mesmo assim" - continuou Orlev - "tudo o que é político é temporário e não há estabilidade. Além disso, temos recentemente testemunhado mudanças políticas que têm ocorrido em muitos países árabes." Fontes: http://www.timesofisrael.com/jewish-home-mk-calls-for-a-third-temple-in-jerusalem/ (Inglês) http://sufandonoassude.blogspot.com.br/2012/08/cumprimento-profetico-em-andamento.html http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/2012/08/terceiro-templo-tem-de-ser-reconstruido_3.html Via: http://nosdiasdenoe.blogspot.com.br/

Criada em laboratório? Nova doença apresenta sintomas semelhantes aos da AIDS

Uma nova doença que causa sintomas semelhantes aos da Sida está a afectar apenas asiáticos, embora nenhum dos pacientes esteja infectado com o vírus HIV. Este misterioso padecimento, cujo primeiro caso foi registado em 2004, desenvolve-se em pessoas com em média de anos de idade, e perturba o normal funcionamento do sistema imunitário, à imagem da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA). Ao contrário da SIDA, esta doença parece não ser contagiosa e apenas infecta asiáticos. Ainda não se sabe porque afecta o sistema imunitário, mas os organismos dos pacientes ficam incapazes de combater germes, infecções e vírus. «Isto é outro tipo de Síndrome da Imunodeficiência Adquirida que não é hereditária e ocorre em adultos, mas não se propaga como a SIDA», explicou a investigadora Sarah Browne, do Instituto Nacional de Alergologia e Doenças Infecciosas dos EUA. Esta cientista ajudou outros investigadores na Tailândia e em Taiwan, onde se registou a maior parte dos casos desde 2004. O seu estudo foi publicado na quinta-feira no New England Journal of Medicine. «Isto é absolutamente fascinante», considerou Dennis Maki, especialista em doenças infecciosas da Universidade de Wisconsin, em Madison. «Vi provavelmente três casos nos últimos dez anos», apontou. «É possível que algum tipo de infecção desencadeie a doença, apesar de a doença em si não se propagar de pessoa para pessoa», explicou. A nova doença regista-se em pessoas com, em média, 50 anos, mas não corre nas famílias, pelo que não é provável que seja atribuída a um único gene. Alguns pacientes morreram vítimas de infecções, incluindo asiáticos a residir nos EUA, embora Sarah Browne não consiga estimar quantos. Uma costureira vietnamita de 62 anos, que vive no Estado do Tennessee desde 1975, ficou gravemente doente e procurou ajuda. Kim Nguyen sofria de febres altas, infecções nos ossos e outros sintomas em 2009. A mulher, que tinha visitado o Vietname em 1995 e em 2009, tinha estado pontualmente doente ao longo de vários anos. «Ela estava a morrer de uma doença infecciosa» que parecia tuberculose mas não era, disse Carlton Hays Jr., médico de família na Jackson Clinic, em Jackson, no Tennessee. «Ela era uma mulher pequena, mas quando a conheci pesava 41 quilos e depois já só pesava 31». Kim Nguyen foi encaminhada a especialistas do Instituto Nacional de Saúde norte-americano que tinham acompanhado casos semelhantes. A vietnamita já passou cerca de um ano no NIH hospital em NIH hospital e ainda lá está para monitorização e tratamento. «Sinto-me muito bem agora», disse Nguyen na quarta-feira. Contudo, quando estava doente, sentia-se «tonta, com dores de cabeça, quase caía», além de que não conseguia comer nada. Recorde-se que o vírus que causa a SIDA, o HIV, destrói as «células T», os principais «soldados» do sistema imunitário que combatem as ameaças. A nova doença não afecta estas células. Segundo o estudo de Browne, que seguiu mais de 200 pessoas na Tailândia e em Taiwan, os pacientes com esta doença produzem uma substância denominada «auto-anticorpos», que bloqueia o «interferão-gama», sinal químico que ajuda o organismo a eliminar infecções. O bloqueio destes sinais causa nos pacientes sintomas como os verificados nos doentes com SIDA, isto é, ficam altamente vulneráveis a vírus, infecções fúngicas, parasitas e particularmente micobatérias, grupo de germes semelhante aos da tuberculose que pode causar danos severos nos pulmões. Os investigadores estão a apelidar a nova doença de «síndrome da imunodeficiência adulta», já que só se desenvolve mais tarde na vida, embora não se saiba como nem porquê. «Basicamente, não sabemos o que está a fazer com que os pacientes produzam estes anticorpos», sublinhou Sarah Browne. O uso de antibióticos nem sempre se revelou eficaz, pelo que os médicos tentaram diversas abordagens, como um medicamento para o cancro que ajuda a suprimir a produção de anticorpos. A doença pareceu «acalmar» nalguns pacientes, mas o sistema imunitário vulnerável parece ser uma condição crónica, segundo os investigadores. O facto de que todos os pacientes são asiáticos ou pessoas nascidas na Ásia a residir noutros locais sugere que a doença pode ser desencadeada por factores genéticos ou relacionados com o ambiente. Browne salientou ainda que além dos pacientes que foram acompanhados pelos médicos, «há muito outros pelo mundo fora», incluindo casos que são erradamente confundidos com tuberculose. Fontes: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=588850 http://exame.abril.com.br/ciencia/noticias/nova-doenca-apresenta-sintomas-semelhantes-aos-da-aids Via: http://nosdiasdenoe.blogspot.com.br/

SAIBA DO QUE ELES NAO QUEREM QUE VOCE SAIBA: A mídia podre, mais PODRE ainda! Crianças são indu...

SAIBA DO QUE ELES NAO QUEREM QUE VOCE SAIBA: A mídia podre, mais PODRE ainda! Crianças são indu...: Mídia nojenta! Vamos repudiar qualquer exposição de crianças a esse tipo de situação. Cadê o Ministério Público? Crianças são induzidas a fa...

Quando os OVNIs Chegarem: Revista Condiciona Leitores a Aceitarem a Realidade dos OVNIs e dos Extraterrestres

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado? 
Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia a dia!!

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados

A maioria das pessoas provavelmente acredita que os OVNIs e os extraterrestres são produto da imaginação fértil dos autores de ficção científica. Pouquíssimas pessoas considerariam a possibilidade de os extraterrestres e OVNIs serem parte do período profético do fim dos tempos, ou parte do plano para produzir o Anticristo.
Todavia, este é o exato papel dos extraterrestres e dos OVNIs, conforme revelado pelos próprios autores da Nova Era.
Antes de chegarmos à recente história de capa da revista americana Popular Mechanics sobre extraterrestres e OVNIs, vamos examinar o papel que eles têm no plano para produzir a Nova Ordem Mundial, também conhecida como o Reinado do Anticristo. Você irá notar que nossa fascinação por esse assunto remonta a muitos anos atrás.
Extraterrestres e OVNIS no Passado

Resumo da Notícia 1: "Você não pode se preparar para uma luta contra um inimigo que não conhece", Patrícia Edmonds e Peter Eiser, USA Today, 5-7 de julho de 1996, matéria de capa.

Não há dúvidas de que as pessoas estão fascinadas com tudo o que se refere aos extraterrestres e OVNIs. E não nos surpreende pois temos sido alimentados com uma dieta controlada desde 1938, com tremenda ênfase nesse assunto desde a Segunda Guerra Mundial. As pessoas adoram ser entretidas, e não há nada que as deixe tão entusiasmadas do que extraterrestres de outro mundo. Desde a Segunda Guerra Mundial, os filmes desse gênero têm exibido extraterrestres hostis em alguns, e amigáveis em outros. 'E. T.' é um bom exemplo de filme que mostra extraterrestres como seres amigos que têm nossos melhores interesses em seus corações.

Enquanto a maioria das pessoas acredita que os extraterrestres são entretenimento inofensivo, os aderentes da Nova Era os levam muito, muito a sério. Além disso, afirmam que os extraterrestres realmente existem e estão tentando ajudar os terráqueos (nós) a alcançarem os novos e superiores níveis de consciência que permitirão a aparição do Cristo. Se você não acredita em mim, entre em qualquer livraria de Nova Era e observe os vários títulos sobre extraterrestres e OVNIs. Ou, se navegar pela Internet, digite "Nova Era" em um site de busca. Em seguida, role a tela para baixo e percorra a listagem, notando quantas vezes os extraterrestres e os OVNIs são referenciados.

Mas por que os aderentes da Nova Era estariam tão entusiasmados com os extraterrestres e os OVNIs? A resposta irá iluminar e ao mesmo tempo surpreender você.
estamos vivendo nos últimos dias, os tempos que verão o aparecimento do Anticristo, a Grande Tribulação e a Segunda Vinda de Jesus Cristo. Também demonstramos anteriormente que a marca característica do fim dos tempos será a enganação sem precedentes na história. Vamos examinar essa enganação que está profetizada.
Jesus falou sobre mais de um sinal, mas Sua primeira resposta foi: "Acautelai-vos, que ninguém vos engane." Ele repetiu essa advertência mais duas vezes, nos versos 11 e 24. No verso 24 Ele adiciona que: "... surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos." (Os eleitos de Deus).Agora, vamos considerar a enganação espiritual sem precedentes prevista para o fim dos tempos.
Agora, vamos examinar essa fenomenal invasão de extraterrestres e OVNIs. Eles são exibidos nos filmes, programas de televisão e romances de ficção científica como:


Iguais a nós em muitos aspectos.


Mais inteligentes e tecnologicamente mais avançados.


Seres amigos que vivem em paz, sendo capazes de ensinar aos humanos, que travam guerras, a viverem em paz.


Têm apenas os nossos interesses em seus corações

de boas intençoes no inferno esta cheio!!
Vamos examinar primeiro os assuntos que os OVNIs estão ensinando para as pessoas que eles contatam, a quem eles chamam de "contactados".

Experiências fora do corpo


Comunicação espiritual


Escrita automática


Algumas pessoas entram em transe, e vozes lhes passam mensagens.


Os OVNIs usam o poder dos cristais, até mesmo para fornecer energia para suas espaçonaves.


Algumas pessoas que passaram por essa transformação espiritualcomeçaram a experimentar um aumento de suas capacidades psíquicas

Doutrinas sobre a existência de raças superiores, de pessoas com uma missão definida na vida, referências à Atlântida e astronautas da antiguidade..."
Observe que isso liga os OVNIs ao nazismo. Lembre-se de que a Nova Ordem Mundial é o nazismo renascido.
A expectativa de encontrar uma inteligência superior está começando a se tornar semelhante a uma forma de adoração..."

Os extraterrestres se utilizam da terminologia padrão da Nova Era quando se comunicam com seus "contactados" humanos. A melhor ilustração desse fato é o ensino que eles trazem aos "contactados" de que "A Hierarquia dos Mestres Ascensionados" está se preparando para intervir mais uma vez na história mundial, para levar a raça humana a um nível superior de consciência. "Eles selecionarão uma pessoa e a capacitarão com poderes e conhecimento sobre-humanos. Esse homem nos levará a um governo mundial e à paz mundial".(UFO: End Time Delusion, David Lewis, pg 46).

Quem é esse homem? Maitréia, o Cristo: O bíblico Anticristo!! Essa relação coincidente nas palavras e nos conceitos mostra claramente que os "espíritos-guia" dos autores da Nova Era são os mesmos espíritos-guia dos extraterrestres. Ou isto quer dizer que os extraterrestres são os próprios espíritos-guia que têm instruído os autores de Nova Era por todos estes anos?!

Todas essas práticas são clássicas do ocultismo! Além disso, como diz o autor cristão David Lewis em seu livro referido, "Sem exceção, todas as pessoas que afirmaram ter experimentado um contato com extraterrestres... tinham uma coisa em comum. Cada uma delas tinha envolvimento anterior com atividades metafísicas ou ocultistas. Algumas estiveram envolvidas com adoração a demônios, bruxaria, fenômenos psíquicos, Nova Era, canalização... As pessoas envolvidas diretamente em contatos com extraterrestres e OVNIs já tinham uma conexão com o lado negro do mundo sobrenatural."

Portanto, aqueles que se envolveram em atividade satânicas em algum grau, são os mesmos que estão sendo usados para enganar os outros a acreditarem em OVNIS e extraterrestres.

nenhum cristão jamais teve algum contato direto com um suposto extraterrestre." (pg 15-16). Portanto, Deus está protegendo Seus eleitos dessa enganação satânica. Louvado seja o santo nome do Senhor!!

vamos examinar os objetivos dos OVNIs e compará-los com os objetivos do Movimento de Nova Era, que procura estabelecer a Nova Ordem Mundial


NOM: Abolir todos os governos estabelecidos.
OVNIs: Abolir a democracia em favor da ditadura

NOM: Todas as religiões devem ser abolidas.
OVNIs: Todas as religiões devem ser abolidas

NOM: Estabelecer o Governo Mundial Único
OVNIs: Estabelecer um governo mundial único, uma Ditadura Utópica Benevolente

NOM: Todas as religiões do mundo são iguais e devem ser, um dia, combinadas em uma.
OVNIs: Todas as religiões do mundo são iguais.

Portanto, os objetivos dos OVNIs se encaixam muito bem com os da Nova Ordem Mundial. Além disso, os extraterrestres estão ensinando aos seus "contactados" conceitos que, se alcançados, cumprirão as profecias bíblicas sobre os últimos dias.

economia mundial

eliminação do dinheiro papel moeda

havera paz mundial

Coríntios 11:14: "... o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz."

* Apocalipse 13:13: "E faz grandes sinais... E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta..."

ler a materia inteira
http://www.fimdostempos.net/ovni_demonios2.html

domingo, 19 de agosto de 2012


UM TEMPO DE ANGUSTIA

E haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; Daniel, 12:1
Vivemos no tempo do fim. Os sinais dos tempos, a se cumprirem rapidamente, declaram que a vinda de Cristo está próxima, às portas. Os dias em que vivemos são solenes e importantes. O Espírito de Deus está, gradual mas seguramente, sendo retirado da Terra. Pragas e juízos estão já caindo sobre os desprezadores da graça de Deus. As calamidades em terra e mar, inundações e furacões terremotos acidentes de toda espécie com grandes perdas de vidas e propriedades : mostram que o fim chegou. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 280.
Daniel 12 : 1 E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro.

Os juízos de Deus estão sobre a Terra. As destruições pelo fogo e inundações, dizem claramente que o tempo de angústia, que aumentará até o fim, está exatamente sobre as nossas cabeças. Beneficência Social 136

Homens possuídos de demônios :::: tiram a vida a homens, mulheres e crianças. Os homens têm-se enchido de vícios, e espalha-se por toda parte toda espécie de mal. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 280.

Sofonias 1.17E angustiarei os homens, que andarão como cegos, porque pecaram contra o SENHOR; e o seu sangue se derramará como pó, e a sua carne será como esterco.

JÓ, 27 : 20 – 22Pavores se apoderam dele como águas; de noite o arrebata a tempestade.
O vento oriental leva-o, e ele se vai, e varre-o com ímpeto do seu lugar.
E Deus lançará isto sobre ele, e não lhe poupará.

Quão freqüentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades!
É chegado o tempo em que haverá no mundo tristeza que nenhum bálsamo humano pode curar.DAN. 12 : 1 O Espírito de Deus está sendo retirado. Catástrofes por mar e por terra seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Review and Herald, 24 de novembro de 1904. Beneficência Social 136

JÓ, 6 : 8 = Ele prende as águas nas nuvens, e elas não se rasgam com o seu peso
JÓ, 37 : 6 – 12Porque à neve diz: Cai sobre a terra; como também à garoa e à forte chuva.
ELE SELA AS MÃOS DE TODO O HOMEM, PARA QUE CONHEÇAM TODOS OS HOMENS A SUA OBRA.Os animais entram nos seus esconderijos e ficam nas suas cavernas. Da recamaras do sul sai o tufão, e do norte o frio.
Também de umidade carrega as grossas nuvens, e esparge as nuvens com a sua luz. Então elas, segundo o seu prudente conselho, se espalham em redor, para que façam tudo quanto lhes ordena sobre a superfície do mundo na terra.

Salmo, 89 : 9 = Tu dominas o ímpeto do mar; quando as suas ondas se levantam, tu as fazes aquietar.

Provébios, 8 : 29 = fixava ao mar o seu termo, para que as águas não traspassassem o seu mando, quando compunha os fundamentos da terra.

O Espírito de Deus está sendo retirado da terra É chegado o tempo em que haverá no mundo tristeza que nenhum bálsamo humano pode curar.
DEUS NÃO MAIS ESTÁ SEGURANDO O MAR PARA QUE NÃO ULTRPASSE O SEU LIMITE !!! Profetas e Reis, pág. 277. Beneficência Social 135

Jeremias, 5 : 22 = Fui eu que pus a areia como limite do mar, um limite permanente que ele nunca pode atravessar. O mar fica bravo, mas não pode avançar; as ondas rugem, mas não podem passar.

O mar já não mais obedece estes limites imposto por Deus, as forças da natureza inteiramente fora do controle do homem.

As calamidades são caprichosos desencadeado de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo. Profetas e Reis, pág. 277. Beneficência Social 135

Prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus.Amós,4:2

domingo, 29 de julho de 2012


O nível do mar e o degelo no Ártico

O aumento do nível do mar devido às mudanças climáticas é uma das maiores preocupações, já que mais de 60% da humanidade vive em regiões costeiras. As projeções publicadas têm causado pânico e interferido no desenvolvimento social e econômico, particularmente nos países mais baixos e insulares. É verdadeira tal afirmação? A julgar pelo gráfico na Figura 1, que retrata a variação do nível do mar, em centímetros, medido por vários satélites, tal afirmação parecia fazer sentido até 2006/07. Os norte americanos TOPEX, JASON 1 e JASON 2, obviamente, mostram valores maiores, pois o Grupo de Pesquisa do Nível do Mar da Universidade do Colorado (EUA), responsável pelo tratamento de seus dados, adicionou 0,3 milímetros a cada ano devido ao “ajustamento isostático glacial” [1]. Mas até mesmo os dados dos satélites norte americanos concordam que, nos últimos 4 anos, o nível do mar aparentemente deixou de aumentar e está decrescendo!
Figura 1. Nível médio do mar medido por várias missões espaciais
Existe um ciclo lunar que é chamado precessão da órbita lunar ou dos nodos lunares. À medida que a Lua revolve em torno da Terra, o plano de sua órbita vai girando no espaço e completa 360° em 18,6 anos. A Lua tem seu eixo de rotação inclinado em 5,1° em relação à eclíptica – plano em que se encontram o Sol e os planetas – e a inclinação do eixo de rotação da Terra é 23,5° em relação à mesma elíptica. Quando os dois eixos apontam em direções opostas, eles fazem um ângulo de 28,6° (23,5° + 5,1°) e a Lua, relativamente à superfície terrestre, se desloca na faixa entre 28,6° N e 28,6° S de latitude. Quando os eixos estão na mesma direção, a área varrida está entre 18,4°N e 18,4°S (23,5° – 5,1°). Considerando que 1° de latitude equivale a 110 km nas regiões tropicais, vê-se que a distância percorrida no ângulo máximo é de cerca de 12 mil km (4 x 28,6° x 110 km), enquanto, no mínimo, é cerca de 8 mil km, ou seja, 4 mil km de diferença nos mesmos 28 dias do ciclo das fases da Lua, amplamente conhecido. Assim, a velocidade relativa da Lua é muito maior no máximo do ciclo e sua atração gravitacional agita os mares fora dos trópicos. Quando a Lua atinge o máximo do ciclo nodal, como ocorreu entre 2006-2007, ela levanta (atrai) a superfície do mar fora dos trópicos. Esse desnível ou gradiente hidráulico aumenta ligeiramente a velocidade das correntes marinhas que transportam mais calor dos trópicos para os polos. No caso do Atlântico Norte, essa água mais aquecida, cerca de 0,7°C, entra no Ártico por debaixo do gelo flutuante e derrete, parcialmente, sua parte submersa que, como é sabido, constitui 90% do volume total. Parcialmente derretida, a parte submersa não consegue suportar o peso da parte aérea, e esta colapsa. Note: “colapsa”, “desmorona” e não, “derrete”, pois, mesmo noverão, as temperaturas do ar nessa região são negativas. E o colapso pode ser visto nos filmes que aparecem na mídia e na web.
Figura 2. Desvios padronizados das temperaturas da superfície do mar ao sul da Groenlândia, no domínio geográfico 50°N-60°N e 40°W-50°W (Fonte dos dados: ESRL/PSD/NOAA)
Na Figura 2, vemos a variação das anomalias padronizadas da temperatura da superfície do mar (TSM) com relação à média do período 1948-2010 ao sul da Groenlândia, no domínio geográfico 50°N-60°N e 40°W-50°W. Observa-se, claramente, o aumento da TSM ocorrido a partir de 1995, confirmando que o Atlântico Norte se aqueceu após aquela data. Nota-se, também, que o intervalo entre o início do resfriamento (1977/78) e o aquecimento (1995/96) é cerca de 19 anos (setas), muito próximo do ciclo nodal lunar. A variação da cobertura de gelo no Ártico é mostrada na Figura 3. O decréscimo do gelo começou em 1995/96, atingiu o máximo em 2007 (máximo nodal) com 2,7 e agora está com 1,6 milhões de km², de acordo com o site The Cryosphere Today [2]. O maior derretimento do gelo do Ártico, que já ocorreu inúmeras vezes no passado, está sendo atribuído ao aquecimento global antropogênico e seria uma das causas do aumento do nível do mar observado. O outro aspecto, decorrente do máximo do ciclo nodal lunar, é que o nível do mar se eleva, em média, até 50° de latitude, aumento registrado por satélites e os marégrafos. Note, na Figura 1, que os níveis começaram a decrescer após o máximo de 2006/07, mesmo nos satélites americanos JASON 1 e 2. Ainda, a reta indica elevação a uma taxa de variação de + 2,66 mm/ano. Um período de 18,6 anos (período do ciclo nodal) multiplicado por 2,66 mm/ano dá um total de cerca de 5 a 6 cm no ciclo, considerando o erro nas medições, que é a variação aparente no eixo vertical da Figura 1 (entre -1 e 5 cm). É muito provável, portanto, que a elevação do nível detectada pelos satélites esteja relacionada ao ciclo nodal lunar.
Figura 3. Variação da cobertura do gelo no Ártico (em milhões de km²). Nota-se a redução máxima de 2,7 em 2007, e seu retrocesso atual para 1,6 (Fonte: University of Illinois at Urbana-Champaign, 2011)
Em 1956, os cientistas russos Maksimov e Smirnov, analisando mais de 100 anos de registros de marégrafos no Atlântico, mostraram que o nível do mar poderia variar de ± 6 cm com ciclo nodal lunar [3]. Ou seja, o fato de o nível do mar oscilar devido a esse ciclo já é conhecido há mais de 60 anos. Recentemente, Yndestad [4], utilizando análises espectrais, confirmou a influência do ciclo nodal lunar em variáveis do clima do Ártico, que incluíram a TSM, nível do mar e cobertura de gelo. O autor, porém, sugeriu que outro ciclo, de 74 anos (4 x 18,6 anos), possa introduzir mudanças de amplitude, ou de fase, que mascarem a influência dominante do ciclo nodal lunar.
Foram usadas taxas de elevação do nível do mar atuais para projetar seu nível para o ano 2100, afirmando que o aumento é devido à sua expansão volumétrica e ao derretimento das geleiras causados pelo aquecimento global antropogênico. O IPCC, no AR 4 (2007), foi “modesto” e previu um aumento de até 60 cm. Porém, Al Gore, em “Uma Verdade Inconveniente”, afirmou que subirá de 6 metros (20 pés). Em ciência, tem-se uma hipótese de trabalho e usam-se os dados observados para comprovar a validade da hipótese. Na “ciência” das “mudanças climáticas”, os dados são “corrigidos” para se ajustarem à hipótese formulada. Se os dados dos satélites altimétricos não forem “ajustados”, existe grande chance de que eles venham a comprovar, nos próximos 10 anos, que a variabilidade do nível do mar é natural e, muito provavelmente, está associada ao ciclo da precessão da órbita lunar em torno da Terra. E que a projeção do aumento do nível do mar para 2100 não passa de uma afirmação sem fundamentação científica alguma.
Referências:
[1] http://sealevel.colorado.edu/content/what-glacial-isostatic-adjustment-gia-and-why-do-you-correct-it
[2] http://arctic.atmos.uiuc.edu/cryosphere/
[3] Maksimov I.V., Smirnov N.P., 1965. A contribution to the study of causes of long-period variations in the activity of the Gulf Stream. Oceanology 5:15-24 (versão do original russo publicado em 1956).
[4]Yndestad, H., 2006. The influence of the nodal cycle on Arctic climate. ICES Journal of Marine Science 63: 401-420.
Artigo do Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion, ICAT/UFAL, Maceió – AL
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Dois graus

“Temos que controlar as emissões de carbono para manter a temperatura do planeta abaixo de 2°C” é a voz corrente, frase dita por muitos políticos e por muita gente, até cientistas ambientais, preocupados com o aquecimento global, e não se sabe de onde tal frase surgiu. Sob o ponto de vista da física do clima, essa afirmação é absolutamente ridícula! Usando modelos de clima, o IPCC criou uma fórmula com base no “ajuste” (fitting) à curva de crescimento da concentração de gás carbônico (CO₂). A fórmula é:
Del T = 4,7 ln {CO₂} – 26,9
Onde Del T é a variação da temperatura média global forçada pela concentração de CO₂ (baseada no que se crê que se sabe sobre absorção de radiação infravermelha pelo CO₂), ln é a função matemática logaritmo natural, e o CO₂ entre colchetes, a concentração do gás carbônico. Essa equação parte do princípio, também sem comprovação científica, que a concentração de CO₂ era 280 ppmv na era pré-industrial e que a “sensibilidade climática” seja alta, 0,8°C por W/m², isto é, para cada 1 W/m² adicionado pelo forçamento radiativo de CO₂, a temperatura do planeta aumentaria de 0,8°C. É fórmula muito fácil de ser usada. Basta entrar com a concentração de CO₂ que se “deseja” no futuro, a “concentração limite, o objetivo a ser alcançado”, e o resultado é o aumento de temperatura. Por exemplo, para obter os 2°C, essa concentração de CO₂ é 460 ppmv, um aumento de 65% com relação ao valor pré-industrial (?!). Como se o clima do planeta fosse tão simples quanto isso, controlado apenas pela concentração de CO₂ no ar.
A concentração de CO₂ na atmosfera é controlada basicamente pelos oceanos e depende da temperatura da água. Se essa aumenta, os oceanos emitem mais CO₂ para a atmosfera. Esse é o mesmo processo que controla a concentração do CO₂ num refrigerante ou bebida gaseificada. Se a temperatura do líquido aumenta, ele expulsa o CO₂ que está dissolvido e “fica sem gás”. A contribuição humana, cerca de 6 bilhões de toneladas de carbono por ano (GtC/a), é muito pequena, desprezível, em face dos fluxos naturais dos oceanos, vegetação e solos para a atmosfera, que somam algo como 200 GtC/a, ou seja, apenas 3%, contra uma incerteza nos fluxos naturais de ±20%! A redução das emissões antrópicas de carbono não tem efeito algum sobre o clima, não só por serem ínfimas, mas principalmente porque o CO₂ não controla o clima global. Ao contrário, é o aumento da temperatura do planeta que força o aumento do CO₂ na atmosfera terrestre.
Quanto mais leio e estudo, mais me convenço que o problema do aquecimento global é exclusivamente econômico financeiro e não climático. Não há “crise climática”. É um problema de segurança energética dos países industrializados, que já não possuem uma matriz energética própria e dependem da importação, como é o caso da Inglaterra, país de onde provêm a maior parte do terrorismo climático e manipulação de dados. Certamente, o maior problema que a humanidade vai enfrentar num futuro próximo é o aumento populacional, amplificado pelo resfriamento global nos próximos 20 anos. A história mostra que, toda vez que o clima se aqueceu, as civilizações, como Amoritas, Babilônios, Sumérios, Egípcios e Romanos, progrediram. O resfriamento do clima, ao contrário, sempre causou o retrocesso ou mesmo o desaparecimento de civilizações. Atualmente, um pequeno resfriamento global, com geadas severas, tanto antecipadas quanto tardias, seria muito ruim para a agricultura, pois acarretaria frustrações de safras e desabastecimento mundial com a população crescente. O Brasil não seria exceção. No último resfriamento, de 1947 a 1976, o cultivo do café foi erradicado do oeste do Paraná em face das frequentes e severas geadas. É indispensável que o país se prepare para esse período ligeiramente mais frio, de 2010 a 2030, a que vai ser submetido.
Artigo do Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion, ICAT/UFAL, Maceió – AL
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“A inguinorância é que astravanca o pogresso”

Odorico Paraguaçu, personagem de Dias Gomes interpretado pelo saudoso Paulo Gracindo em “O Bem Amado”, teria dito novamente a frase acima nos últimos dias, por conta da Rio+20. Estamos sendo massacrados por notícias da “Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável” e dos inúmeros eventos paralelos que estão ocorrendo no Rio de Janeiro.
A cobertura na mídia sobre a Rio+20 e os desdobramentos vem sempre com as clássicas imagens de arquivo “aterrorizantes” de terremotos, tsunamis e colunas de fumaça saindo de chaminés e, principalmente, das torres de resfriamento de usinas nucleares (como na imagem logo abaixo), enquanto a locução / texto fala dos gases de efeito estufa e/ou dos efeitos da atividade humana sobre o clima do planeta.
Quase todos sabem que terremotos e tsunamis não têm nada a ver com o clima, mas duvido que essa gente saiba que as colunas de fumaça branca saindo das chaminés hoje em dia são formadas essencialmente por vapor d’água. O dióxido de carbono – o gás da vida – é um gás incolor, inodoro e insípido. E no caso específico das centrais nucleares, o pior é que tem gente que quer nos convencer que se trata de “energia limpa”, pois essas usinas não emitem CO2.
“Eu vim para confundir, não para explicar!” diria Chacrinha, o “Velho Guerreiro”…
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Entre aspas

“Cem cientistas contra Einstein”, livro publicado pelos nazistas em 1931, conceituava a Teoria da Relatividade como um “atentado judaico à física ariana” e dava adeus à razão. Einstein, comentando sobre o livro, perguntou: “Por que cem? Basta um, se estiver certo”.
Com o “aquecimento global” (a terminologia “evoluiu” para “mudanças climáticas”), parece que estamos reeditando a mesma história, só que às avessas. Afirma-se, por exemplo, que há um “consenso entre os cientistas”, que concordam que as atividades humanas são responsáveis pelas “mudanças climáticas”, embora milhares de cientistas demonstrem por que não concordam com essa afirmação…
Querem reduzir a questão às “emissões de gases de efeito estufa” com a simplificação típica de marqueteiros, e tentam nos impingir que o “dióxido de carbono” é um poluente, que o CO2 produzido pelo homem é a causa das “mudanças climáticas”.
Sejamos razoáveis: o Sol, a água e o CO2 são essenciais para a fotossíntese e para a vida - tal e como a conhecemos - na Terra. O CO2 não é um poluente! Não se deixe enganar. Dióxido de enxofre, óxidos de nitrogênio, monóxido de carbono, metano e substâncias particuladas em suspensão no ar, sim, são poluentes atmosféricos.
A Souza Cruz, uma fabricante de cigarros, publica lindos “relatórios de sustentabilidade”, assim como a Petrobras, que ajuda a preservar as tartarugas marinhas através do projeto Tamar, enquanto centenas de pessoas morrem nas cidades devido principalmente às emissões de dióxido de enxofre e substâncias particuladas do óleo diesel que a própria Petrobras produz e distribui, um autêntico veneno.
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Carta aberta à presidente Dilma Rousseff

Mudanças climáticas: hora de recobrar o bom senso
Exma. Sra.
Dilma Vana Rousseff
Presidente da República Federativa do Brasil
Excelentíssima Senhora Presidente:
Em uma recente reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a senhora afirmou que a fantasia não tem lugar nas discussões sobre um novo paradigma de crescimento – do qual a humanidade necessita, com urgência, para proporcionar a extensão dos benefícios do conhecimento a todas as sociedades do planeta. Na mesma ocasião, a senhora assinalou que o debate sobre o desenvolvimento sustentado precisa ser pautado pelo direito dos povos ao progresso, com o devido fundamento científico.
Assim sendo, permita-nos complementar tais formulações, destacando o fato de que as discussões sobre o tema central da agenda ambiental, as mudanças climáticas, têm sido pautadas, predominantemente, por motivações ideológicas, políticas, acadêmicas e econômicas restritas. Isto as têm afastado, não apenas dos princípios basilares da prática científica, como também dos interesses maiores das sociedades de todo o mundo, inclusive a brasileira. Por isso, apresentamos-lhe as considerações a seguir.
1) Não há evidências físicas da influência humana no clima global:
A despeito de todo o sensacionalismo a respeito, não existe qualquer evidência física observada no mundo real que permita demonstrar que as mudanças climáticas globais, ocorridas desde a revolução industrial do século XVIII, sejam anômalas em relação às ocorridas anteriormente, no passado histórico e geológico – anomalias que, se ocorressem, caracterizariam a influência humana.
Todos os prognósticos que indicam elevações exageradas das temperaturas e dos níveis do mar, nas décadas vindouras, além de outros efeitos negativos atribuídos ao lançamento de compostos de carbono de origem humana (antropogênicos) na atmosfera, baseiam-se em projeções de modelos matemáticos, que constituem apenas simplificações limitadas do sistema climático – e, portanto, não deveriam ser usados para fundamentar políticas públicas e estratégias de longo alcance e com grandes impactos socioeconômicos de âmbito global.
A influência humana no clima restringe-se às cidades e seus entornos, em situações específicas de calmarias, sendo estes efeitos bastante conhecidos, mas sem influência em escala planetária. Para que a ação humana no clima global ficasse demonstrada, seria preciso que, nos últimos dois séculos, estivessem ocorrendo níveis inusitadamente altos de temperaturas e níveis do mar e, principalmente, que as suas taxas de variação (gradientes) fossem superiores às verificadas anteriormente.
O relatório de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) registra que, no período 1850-2000, as temperaturas aumentaram 0,74°C, e que, entre 1870 e 2000, os níveis do mar subiram 0,2 m.
Ora, ao longo do Holoceno, a época geológica correspondente aos últimos 12.000 anos em que a civilização tem existido, houve diversos períodos com temperaturas mais altas que as atuais. No Holoceno Médio, há 5.000-6.000 anos, as temperaturas médias chegaram a ser 2-3°C superiores às atuais, enquanto os níveis do mar atingiam até 3 metros acima do atual. Igualmente, nos períodos quentes conhecidos como Minoano (1500-1200 a.C.), Romano (séc. VI a.C.-V d.C.) e Medieval (séc. X-XIII d.C.), as temperaturas atingiram mais de 1°C acima das atuais.
Quanto às taxas de variação desses indicadores, não se observa qualquer aceleração anormal delas nos últimos dois séculos. Ao contrário, nos últimos 20.000 anos, desde o início do degelo da última glaciação, houve períodos em que as variações de temperaturas e níveis do mar chegaram a ser uma ordem de grandeza mais rápidas que as verificadas desde o século XIX.
Entre 12.900 e 11.600 anos atrás, no período frio denominado Dryas Recente, as temperaturas caíram cerca de 8°C em menos de 50 anos e, ao término dele, voltaram a subir na mesma proporção, em pouco mais de meio século.
Quanto ao nível do mar, ele subiu cerca de 120 metros, entre 18.000 e 6.000 anos atrás, o que equivale a uma taxa média de 1 metro por século, suficiente para impactar visualmente as gerações sucessivas das populações que habitavam as margens continentais. No período entre 14.650 e 14.300 anos atrás, a elevação foi ainda mais rápida, atingindo cerca de 14 metros em apenas 350 anos – equivalente a 4 m por século.
Por conseguinte, as variações observadas no período da industrialização se enquadram, com muita folga, dentro da faixa de oscilações naturais do clima e, portanto, não podem ser atribuídas ao uso dos combustíveis fósseis ou a qualquer outro tipo de atividade vinculada ao desenvolvimento humano.
Tais dados representam apenas uma ínfima fração das evidências proporcionadas por, literalmente, milhares de estudos realizados em todos os continentes, por cientistas de dezenas de países, devidamente publicados na literatura científica internacional. Desafortunadamente, é raro que algum destes estudos ganhe repercussão na mídia, quase sempre mais inclinada à promoção de um alarmismo sensacionalista e desorientador.
2) A hipótese “antropogênica” é um desserviço à ciência:
A boa prática científica pressupõe a busca permanente de uma convergência entre hipóteses e evidências. Como a hipótese do aquecimento global antropogênico (AGA) não se fundamenta em evidências físicas observadas, a insistência na sua preservação representa um grande desserviço à ciência e à sua necessária colocação a serviço do progresso da humanidade.
A história registra numerosos exemplos dos efeitos nefastos do atrelamento da ciência a ideologias e outros interesses restritos. Nos países da antiga URSS, as ciências biológicas e agrícolas ainda se ressentem das consequências do atraso de décadas provocado pela sua subordinação aos ditames e à truculência de Trofim D. Lysenko, apoiado pelo ditador Josef Stálin e seus sucessores imediatos, que rejeitava a genética, mesmo diante dos avanços obtidos por cientistas de todo o mundo, inclusive na própria URSS, por considerá-la uma ciência “burguesa e antirrevolucionária”. O empenho na imposição do AGA, sem as devidas evidências, equivale a uma versão atual do “lysenkoísmo”, que tem custado caro à humanidade, em recursos humanos, técnicos e econômicos desperdiçados com um problema inexistente.
Ademais, ao conferir ao dióxido de carbono (CO2) e outros gases produzidos pelas atividades humanas o papel de principais protagonistas da dinâmica climática, a hipótese do AGA simplifica e distorce um processo extremamente complexo, no qual interagem fatores astrofísicos, atmosféricos, geológicos, geomorfológicos, oceânicos e biológicos, que a ciência apenas começa a entender em sua abrangência.
Um exemplo dos riscos dessa simplificação é a possibilidade real de que o período até a década de 2030 experimente um considerável resfriamento, em vez de aquecimento, devido ao efeito combinado de um período de baixa atividade solar e de uma fase de resfriamento do oceano Pacífico (Oscilação Decadal do Pacífico, ODP), em um cenário semelhante ao verificado entre 1947-1976. Vale observar que, naquele intervalo, o Brasil experimentou uma redução de 10-30% nas chuvas, o que acarretou problemas de abastecimento de água e geração elétrica, além de um aumento das geadas fortes, que muito contribuíram para erradicar o café no Paraná. Se tais condições se repetirem, o País poderá ter sérios problemas, inclusive, nas áreas de expansão da fronteira agrícola das regiões Centro-Oeste e Norte e na geração hidrelétrica (particularmente, considerando a proliferação de reservatórios “a fio d’água”, impostos pelas restrições ambientais).
A propósito, o decantado limite de 2°C para a elevação das temperaturas, que, supostamente, não poderia ser superado e tem justificado todas as restrições propostas para os combustíveis fósseis, também não tem qualquer base científica: trata-se de uma criação “política” do físico Hans-Joachim Schellnhuber, assessor científico do governo alemão, como admitido por ele próprio, em uma entrevista à revista Der Spiegel (17/10/2010).
3) O alarmismo climático é contraproducente:
O alarmismo que tem caracterizado as discussões sobre as mudanças climáticas é extremamente prejudicial à atitude correta necessária frente a elas, que deve ser orientada pelo bom senso e pelo conceito de resiliência, em lugar de submeter as sociedades a restrições tecnológicas e econômicas absolutamente desnecessárias.
No caso, resiliência significa a flexibilidade das condições físicas de sobrevivência e funcionamento das sociedades, além da capacidade de resposta às emergências, permitindo-lhes reduzir a sua vulnerabilidade às oscilações climáticas e outros fenômenos naturais potencialmente perigosos. Tais requisitos incluem, por exemplo, a redundância de fontes alimentícias (inclusive a disponibilidade de sementes geneticamente modificadas para todas as condições climáticas), capacidade de armazenamento de alimentos, infraestrutura de transportes, energia e comunicações e outros fatores.
Portanto, o caminho mais racional e eficiente para aumentar a resiliência da humanidade, diante das mudanças climáticas inevitáveis, é a elevação geral dos seus níveis de desenvolvimento e progresso aos patamares permitidos pela ciência e pela tecnologia modernas.
Além disso, o alarmismo desvia as atenções das emergências e prioridades reais. Um exemplo é a indisponibilidade de sistemas de saneamento básico para mais da metade da população mundial, cujas consequências constituem, de longe, o principal problema ambiental do planeta. Outro é a falta de acesso à eletricidade, que atinge mais de 1,5 bilhão de pessoas, principalmente, na Ásia, África e América Latina.
No Brasil, sem mencionar o déficit de saneamento, grande parte dos recursos que têm sido alocados a programas vinculados às mudanças climáticas, segundo o enfoque da redução das emissões de carbono, teria uma destinação mais útil à sociedade se fossem empregados na correção de deficiências reais, como: a falta de um satélite meteorológico próprio (de que dispõem países como a China e a Índia); a ampliação e melhor distribuição territorial da rede de estações meteorológicas, inferior aos padrões recomendados pela Organização Meteorológica Mundial, para um território com as dimensões do brasileiro; o aumento do número de radares meteorológicos e a sua interligação aos sistemas de defesa civil; a consolidação de uma base nacional de dados climatológicos, agrupando os dados de todas as estações meteorológicas do País, muitos dos quais sequer foram digitalizados.
4) A “descarbonização” da economia é desnecessária e economicamente deletéria:
Uma vez que as emissões antropogênicas de carbono não provocam impactos verificáveis no clima global, toda a agenda da “descarbonização” da economia, ou “economia de baixo carbono”, se torna desnecessária e contraproducente – sendo, na verdade, uma pseudo-solução para um problema inexistente. A insistência na sua preservação, por força da inércia do status quo, não implicará em qualquer efeito sobre o clima, mas tenderá a aprofundar os seus numerosos impactos negativos.
O principal deles é o encarecimento desnecessário das tarifas de energia e de uma série de atividades econômicas, em razão de: a) os pesados subsídios concedidos à exploração de fontes energéticas de baixa eficiência, como a eólica e solar – ademais, inaptas para a geração elétrica de base (e já em retração na União Europeia, que investiu fortemente nelas); b) a imposição de cotas e taxas vinculadas às emissões de carbono, como fizeram a Austrália, sob grande rejeição popular, e a União Europeia, para viabilizar o seu mercado de créditos de carbono; c) a imposição de medidas de captura e sequestro de carbono (CCS) a várias atividades.
Os principais beneficiários de tais medidas têm sido os fornecedores de equipamentos e serviços de CCS e os participantes dos intrinsecamente inúteis mercados de carbono, que não têm qualquer fundamento econômico real e se sustentam tão somente em uma demanda artificial criada sobre uma necessidade inexistente. Vale acrescentar que tais mercados têm se prestado a toda sorte de atividades fraudulentas, inclusive, no Brasil, onde autoridades federais investigam contratos de carbono ilegais envolvendo tribos indígenas, na Amazônia, e a criação irregular de áreas de proteção ambiental para tais finalidades escusas, no estado de São Paulo.
5) É preciso uma guinada para o futuro:
Pela primeira vez na história, a humanidade detém um acervo de conhecimentos e recursos físicos, técnicos e humanos, para prover a virtual totalidade das necessidades materiais de uma população ainda maior que a atual. Esta perspectiva viabiliza a possibilidade de se universalizar – de uma forma inteiramente sustentável – os níveis gerais de bem-estar usufruídos pelos países mais avançados, em termos de infraestrutura de água, saneamento, energia, transportes, comunicações, serviços de saúde e educação e outras conquistas da vida civilizada moderna. A despeito dos falaciosos argumentos contrários a tal perspectiva, os principais obstáculos à sua concretização, em menos de duas gerações, são mentais e políticos, e não físicos e ambientais.
Para tanto, o alarmismo ambientalista, em geral, e climático, em particular, terá que ser apeado do seu atual pedestal de privilégios imerecidos e substituído por uma estratégia que privilegie os princípios científicos, o bem comum e o bom senso.
A conferência Rio+20 poderá ser uma oportuna plataforma para essa necessária reorientação.
Kenitiro Suguio
Geólogo, Doutor em Geologia
Professor Emérito do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP)
Membro titular da Academia Brasileira de Ciências
 
Luiz Carlos Baldicero Molion
Físico, Doutor em Meteorologia e Pós-doutor em Hidrologia de Florestas
Pesquisador Sênior (aposentado) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
 
Fernando de Mello Gomide
Físico, Professor Titular (aposentado) do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA)
Co-autor do livro Philosophy of Science: Brief History (Amazon Books, 2010, com Marcelo Samuel Berman)
 
José Bueno Conti
Geógrafo, Doutor em Geografia Física e Livre-docente em Climatologia
Professor Titular do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
Autor do livro Clima e Meio Ambiente (Atual, 2011)
 
José Carlos Parente de Oliveira
Físico, Doutor em Física e Pós-doutor em Física da Atmosfera
Professor Associado (aposentado) da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE)
 
Francisco Arthur Silva Vecchia
Engenheiro de Produção, Mestre em Arquitetura e Doutor em Geografia
Professor Associado do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (USP)
Diretor do Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA)
 
Ricardo Augusto Felicio
Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
Professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
 
Antonio Jaschke Machado
Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
Professor do Departamento de Geografia da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
 
João Wagner Alencar Castro
Geólogo, Mestre em Sedimentologia e Doutor em Geomorfologia
Professor Adjunto do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Chefe do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ
 
Helena Polivanov
Geóloga, Mestra em Geologia de Engenharia e Doutora em Geologia de Engenharia e Ambiental
Professora Associada do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
 
Gustavo Macedo de Mello Baptista
Geógrafo, Mestre em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos e Doutor em Geologia
Professor Adjunto do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB)
Autor do livro Aquecimento Global: ciência ou religião? (Hinterlândia, 2009)
 
Paulo Cesar Soares
Geólogo, Doutor em Ciências e Livre-docente em Estratigrafia
Professor Titular da Universidade Federal do Paraná (UFPR)
 
Gildo Magalhães dos Santos Filho
Engenheiro Eletrônico, Doutor em História Social e Livre-docente em História da Ciência e Tecnologia
Professor Associado do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP)
 
Paulo Cesar Martins Pereira de Azevedo Branco
Geólogo, Pesquisador em Geociências (B-Sênior) do Serviço Geológico do Brasil – CPRM
Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências
 
Daniela de Souza Onça
Geógrafa, Mestra e Doutora em Climatologia
Professora da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
 
Marcos José de Oliveira
Engenheiro Ambiental, Mestre em Engenharia Ambiental e Climatologia Aplicada
Doutorando em Geociências Aplicadas na Universidade de Brasília (UnB)
 
Geraldo Luís Saraiva Lino
Geólogo, coeditor do sítio Alerta em Rede
Autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei, 2009)
 
Maria Angélica Barreto Ramos
Geóloga, Pesquisadora em Geociências (Senior) do Serviço Geológico d Brasil – CPRM
Mestre em Geociências – Opção Geoquímica Ambiental e Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências
 
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Na mosca!

Os gráficos a seguir são do site Cryosphere Today e mostram como estávamos de gelo sobre o mar no Ártico e na Antártida, nessa sexta-feira, 13. Clique sobre cada um deles para vizualizá-los melhor, com toda a riqueza dos detalhes.
Hemisfério Norte:
Hemisfério Sul:
Planeta todo:
Acertamos na mosca! Se somamos os 13,04 milhões de quilômetros quadrados de gelo ontem sobre o Ártico com os 4,84 milhões de quilômetros quadrados de gelo ontem sobre o mar em volta da Antártida, chegamos a 17,88 milhões de quilômetros quadrados de gelo com mais de 2 metros de espessura sobre os oceanos do planeta, praticamente a média desde 1979, mas estamos subindo… Isso equivale a 2,1 vezes o tamanho do território do Brasil.
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